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quarta-feira, 21 de setembro de 2016

21.- Inaugurando a Primavera em Blumenau

ANO
 11
LIVRARIA VIRTUAL em www.professorchassot.pro.br
EDIÇÃO
 3209

Nesta quinta-feira inauguro a Primavera com atividades no UFSC no campus de Blumenau, em dois eventos distintos. Antes de trazer informações de um e outro de meus fazeres, quero desejar a meus leitores uma florida e agradável primavera. Àquelas e àqueles que me leem e vivem do Hemisfério Norte faço votos de um radioso outono.
 À tarde tenho atividades no Programa de Formação Continuada  - PROFOR onde no curso "MOVIMENTOS CURRICULARES PARA A FORMAÇÃO DOCENTE: (DES)CONTINUIDADES" desenvolverei o tema  -  História e filosofia da ciência catalisando ações indisciplinares, por convite da Profa. Dra. Zenira Maria Malacarne Signori
À noite estarei ministrando um seminário no III Semana Acadêmica das Licenciaturas da UFSC Blumenau, convidado da Profa. Dra. Ana Carolina Araujo da Silva.
Nesta segunda-feira ocorre o lançamento do Paedagogica Farmacopoeia de meu colega e amigo Guy Barros Barcellos. Impossibilitado de estar no evento, já me comprometi com o Guy — e ratifico publicamente aqui — trazer brevemente uma resenha. Pelo anúncio ao lado é possível prever desafios que o livro há de trazer à Educação, em tempos que se busca uma Escola sem mordaças.

domingo, 18 de setembro de 2016

18.- Em tempos de turbulências globalizadas


ANO
 11
LIVRARIA VIRTUAL em www.professorchassot.pro.br
EDIÇÃO
 3208

Na última segunda-feira, houve a quarta conferência da edição deste ano do Fronteiras do Pensamento. Tivemos o privilégio de ouvir, então, a reconhecida intelectual francesa, Elisabeth Roudinesco, uma das maiores especialistas em história da psicanálise. Ela transformou a complexa doutrina freudiana em matéria-prima para best-sellers, como a História da Psicanálise na França. Biógrafa de Jacques Lacan e de Sigmund Freud, a intelectual francesa acredita que a psicanálise deve evoluir no mesmo ritmo das mudanças que transformam o mundo.
A grande virada dos tempos contemporâneos, marcados pela crise da democracia e do individualismo, foi a temática central da conferência. Roudinesco se disse “pessimista por inteligência e otimista pela vontade. A inteligência acompanha frequentemente o pessimismo. Porque toda forma de reflexão digna desse nome supõe que a gente adote uma distância crítica em relação à realidade e que não se deixe enganar". No entanto, segundo Roudinesco, o perigo está em permanecer no pessimismo da inteligência e considerar que apenas o mundo do passado era melhor. “Dessa forma, a gente se condena a nenhuma vontade de agir para mudar o curso da história. E substitui o pessimismo da reflexão por uma aversão."
A grande virada seria, assim, a morte de algo antigo que ainda não foi substituído pelo novo. A atualidade é marcada pelas turbulências globalizadas que ameaçam a Europa com desvios totalitários, pelo descrédito na política tradicional e pelo sentimento de perda de representação social. Há um crescente anseio por mudanças, mas de rumo incerto.
Luciana Thomé produziu um bem elaborado resumo da conferência em www.fronteiras.com/resumos

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

14.- A Ciência é masculina? É, sim senhora!

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ANO
 11
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EDIÇÃO
 3207

Nesta quinta-feira vou pela terceira vez a UFPR-Litoral em Matinhos, no Paraná, para atividades instigado pelo mote: A EDUCAÇÃO é a nossa praia.
A UFPR Litoral, Setor da Universidade Federal do Paraná, promove a educação superior no litoral do Paraná visando o desenvolvimento humano e local. Instalada em Caiobá, no município de Matinhos, suas ações chegam aos sete municípios litorâneos e se estendem ao Vale do Ribeira, regiões que historicamente foram desacreditadas e ainda apresentam grande fragilidade social e econômica. O projeto UFPR Litoral se tornou viável pela parceria entre a Universidade Federal do Paraná, os Governos Federal e Estadual, com o apoio das prefeituras locais.
Vou participar da II Semana Acadêmica de Licenciatura em Ciências e da I Semana Acadêmica de Licenciatura em Educação do Campo com Ênfase em Ciências da Natureza que está ocorrendo no período de 12 a 16 de setembro. Na noite desta quinta-feira faço uma de minhas palestras mais polêmicas e também das mais solicitadas: A Ciência é masculina? É, sim senhora! Já a proferi em praticamente todos estados do Brasil e em outros seis países. O livro homônimo — que subsidia minha fala — lançado em 2003 e no ano passado começou a circular a 7ª edição atualizada.
Partindo do princípio de que não somos sociedades machistas por acaso, são analisadas três vertentes que nos constituíram como humanos no mundo ocidental: a grega (os mitos e a filosofia), a judaica (cosmogonia e a torá) e a cristã (Apóstolo Paulo e outros doutores da Igreja Cristã). Discute-se as (des)contribuições destas três raízes que nos fizeram assim. A Ciência não é uma exceção e também a filosofia, a arte, a religião e o esporte evidenciam marcas machistas.

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

09.- Cenas que sabem Temer


ANO
 11
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EDIÇÃO
 3206

Notícia dos jornais nesta sexta-feira: Os contratos de trabalho poderão passar a ser feitos em horas, com jornadas diárias de até DOZE horas...
... enquanto isso, eis o cotidiano de um lar brasileiro desde o macabro 31/AGOSTO/2016.
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Vale ouvir e divulgar a homilia de Dom Angélico Sândalo Bernardino na Missa de 07 de Setembro de 2016 no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida.

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

08.- Alfabetização científica ou Letramento Científico

ANO
 11
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EDIÇÃO
 3205

Nesta quinta-feira vou a São Paulo para participar do 5º Congresso de Pesquisa do Ensino do SINPRO-SP (http://www.sinprosp.org.br/conpe5/) com o tema Física e Química na escola e na academia: o desafio interdisciplinar. Minha inserção no evento será à tarde na Mesa-Redonda “O letramento para a área de Ciências”. Dividirá a mesa comigo a Profa. Dra. Otília Lizete Martins Heinig (FURB).
É a primeira vez que participo de uma atividade promovida pelo SINPRO —Sindicato dos Professores de São Paulo que representa os professores do Ensino privado, desde a educação infantil ao ensino superior do Município de SP com aproximadamente 25 mil professores sindicalizados. O SINPRO SP acredita que além de cuidar das questões trabalhistas e de organização política, compete-lhe promover a atualização e a reflexão dos professores é também um meio de garantir melhores condições de trabalho e de qualidade da educação brasileira.
Não vou teorizar, nesta tarde, acerca de duas opções de termos para o que é título desta mesa: Letramento científico ou Alfabetização científica. Já, há um tempo (Chassot, 2003), fiz essa discussão optando pela segunda expressão. Quando da primeira edição do Alfabetização científica: Questões e desafios para a Educação (Chassot, 2000) definia em capa de livro, que este ano teve a sua sétima edição, minha opção.
 Assinalo que reconheço a autoridade dos que optam pela primeira alternativa e afirmo: a mesma não me desagrada. Minha opção é apenas marcada pela consagração do uso da segunda.
Vou partir de uma continuada questão: O que é Ciência, afinal?  Arvoro-me em responder em duas linhas: A Ciência pode ser considerada como uma linguagem construída pelos homens e pelas mulheres para explicar o nosso mundo natural. Há três definidores cumulativos para respondermos o que Ciência no enunciado apresentado: 1) é uma linguagem, como é, por exemplo, o Português, Libras ou a Música; 2) é um construto humano, muito mais feito pelos homens, que pelas mulheres como se mostra em Chassot (2015) ao se examinar os DNAs que nos constituem culturalmente; 3) há uma finalidade explícita: para ler o mundo natural, isso é facilitar nossa compreensão do Planeta onde vivemos e contribuir (ou até facilitar) para que as modificações que nós fazemos no mesmo sejam para melhor. No sítio referido minha fala está mais detalhada.
CHASSOT, Attico. Alfabetização científica: Questões e desafios para a Educação. Ijuí: Ed UNIJUÍ. (1ed 2000, 438p.) 7ed. 2016, 344p.
CHASSOT, Attico.  Alfabetização científica: uma possibilidade para a inclusão social. Revista Brasileira de Educação, São Paulo, n. 22, p. 89-100, 2003
CHASSOT, Attico. A Ciência é masculina? É, sim senhora!  São Leopoldo: Editora UNISINOS. (2003 1ed) 7ª. ed. 2015. 148p.